Implante anticoncepcional devem ser feitos por médicos, aponta nova resolução

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De acordo com a nova resolução do Conselho Federal de Medicina, foi estabelecido que são atos privativos do médico a inserção e a retirada do implante contraceptivo no Brasil. Dessa forma, outros profissionais, ainda que da área da saúde, não podem efetivar estes procedimentos. A resolução propõe que a implementação da medida está pautada nos possíveis efeitos colaterais dos métodos contraceptivos, que devem ser escolhidos sempre com o acompanhamento.

Médicos afirmam que existem diferentes anticoncepcionais e podem ser classificados de várias maneiras. Há dois grupos principais: os definitivos e os reversíveis. Como o próprio nome sugere, os definitivos devem ser a opção das mulheres ou casais que não desejam mais ter filhos, pois são métodos cirúrgicos, realizados em pelo menos um dos parceiros. Já os reversíveis podem ser revertidos em qualquer momento da vida, como a camisinha, os dispositivos intrauterinos (DIU), os hormonais e os de emergência. A maioria dos métodos pode ser utilizada isoladamente ou em associação com outros métodos, por isso a importância do direcionamento médico na área.

Especialistas sugerem que nova resolução do Conselho Federal de Medicina está pautada na segurança das mulheres e a melhor assistência possível, uma vez que no caso da inserção e retirada dos implantes contraceptivos, há, ainda, questões como o conhecimento da anatomia do organismo, saber como agir em caso de migração –  que só confere ao especialista na área. Além disso, também se faz preciso o cuidado necessário para a prescrição, visto que, assim como qualquer medicamento, há contraindicações que devem ser avaliadas minuciosamente.

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