Reposição hormonal oferece qualidade de vida à mulher, melhora a relação sexual e ressignifica a sua autoestima

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Em artigo publicado recentemente pelo médico cancerologista e escritor, Dráuzio Varela, no Portal Uol, sobre a questão da menopausa e os desafios que a ciência realiza para combatê-la, o especialista faz um alerta sobre a atenção necessária durante esse período.
O médico adverte os efeitos nocivos que a mulher apresenta quando atravessa  a menopausa e incita os homens a terem empatia.
“Imagine você, caro leitor, que ao chegar perto dos 50 anos, em plena atividade profissional, surgissem insônia, queda de cabelo, ressecamento na pele, nos olhos e na mucosa no pênis, infecções urinárias de repetição, sangramento genital com duas semanas de duração, sensação de inchaço, cólicas abdominais, fadiga, indisposição, diminuição da libido e dor nas relações sexuais que sua companheira interpretasse como perda do interesse por ela”, escreve o médico.
Ele vai além e relata situações vivenciadas por nós mulheres como choros inexplicáveis, sudorese intensificada, insônia e outras. Um trecho que merece destaque é a advertência feita caso essa situação fosse vivenciada por homens. Provavelmente, a ciência há séculos já teria uma solução.  “A ciência já teria encontrado caminhos para combater esses problemas. Como eles se instalam apenas em mulheres, no entanto, o mundo científico só começou a se interessar por eles a partir dos anos 1990”, aponta.
De lá para cá, a discussão aumentou, mas ainda é preciso quebrar tabus. Os médicos em seus consultórios (ginecologistas, oncologistas e mastologistas) devem analisar cada caso com critério, mas prescrever ,sempre que for possível, a reposição hormonal para mulheres. Ela dá qualidade de vida à mulher, melhora a relação sexual, devolve o brilho nos olhos e ressignifica a sua autoestima.
Por: Elane Varjão

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