Os riscos de uma viagem aérea com um osso quebrado

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Ao longo da semana, a web repercutiu a morte da médica Adriana Laurentino, de 27 anos. A jovem morreu após realizar um voo com o pé fraturado, o que teria causado uma embolia pulmonar. De acordo com o cirurgião vascular Eduardo Dall’Acqua, a relação entre uma fratura e a ocorrência de uma embolia está associada à imobilização necessária nesses casos. “Imobilidade do membro é um dos fatores de risco para trombose venosa profunda [uma trombose] que pode acarretar um tromboembolismo pulmonar [ou embolia pulmonar]. A trombose venosa profunda é a principal causa de embolia pulmonar”, afirma.

Na ocasião, Adriana, que morava na Bahia, tinha quebrado o pé, e resolveu passar pela recuperação com a família, no Acre. Mesmo sendo orientada por médicos a não prosseguir viagem, Adriana quis entrar no voo e, ao chegar ao destino, foi hospitalizada e veio a óbito devido à embolia ocasionada pela fratura.

De acordo com o cirurgião vascular Eduardo Dall’Acqua, a relação entre uma fratura e a ocorrência de uma embolia está associada à imobilização necessária nesses casos.

“Imobilidade do membro é um dos fatores de risco para trombose venosa profunda [uma trombose] que pode acarretar um tromboembolismo pulmonar [ou embolia pulmonar]. A trombose venosa profunda é a principal causa de embolia pulmonar”, afirma.

 

Fonte: Portal R7 / Imagem: Reprodução Redes Sociais

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