Janeiro Branco alerta para a saúde mental e emocional

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Todos os meses do ano adquirem cores específicas para promover a conscientização sobre diversas condições de saúde. Janeiro Branco, por exemplo, dedica-se à conscientização da saúde mental e emocional, incentivando a adoção de uma rotina dedicada ao bem-estar psicológico.

Em 2024, a campanha completa uma década alertando sobre a importância de cuidar da saúde mental e emocional, prevenindo doenças relacionadas ao estresse, como ansiedade e depressão. Fatores como genética, estresse, abuso de substâncias e traumas podem desencadear problemas mentais, incluindo transtornos de humor, esquizofrenia e transtorno bipolar. Na América Latina, o Brasil é o país com maior prevalência de depressão, além de ser o segundo país com maior prevalência nas Américas, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).

A depressão representa a principal razão para incapacidade global, afetando mais de 300 milhões de pessoas de todas as idades, conforme indicado pela Organização Pan-Americana da Saúde. A OPAS/OMS ressalta a influência genética em certas formas de depressão, embora indivíduos sem histórico familiar também possam experimentar o transtorno. A severidade, frequência e duração da depressão variam individualmente, dependendo das condições psíquicas de cada pessoa.

Janeiro destaca-se como um momento crucial para se dedicar à saúde mental ao longo do ano. A psicoterapia emerge como um elemento crucial, embora muitas pessoas busquem ajuda apenas quando confrontadas com desafios, conforme indicado por uma pesquisa recente do Instituto FSB. Para obter benefícios por incapacidade temporária ou permanente, é preciso possuir qualidade de segurado e cumprir uma carência mínima de 12 meses de contribuição previdenciária. No caso do auxílio-doença, é essencial evidenciar a incapacidade temporária para o trabalho, enquanto na aposentadoria por invalidez, a incapacidade deve ser de natureza permanente.

O Benefício de Prestação Continuada (BPC) pode ser concedido mesmo sem contribuições ao INSS, gerando a confusão popular sobre o direito à aposentadoria por invalidez para quem nunca trabalhou. No entanto, para ter esse direito, é necessário atender aos requisitos legais, como comprovar a idade mínima e a situação de vulnerabilidade socioeconômica. Em todos os casos, é imperativo apresentar laudo e exames médicos que atestem a presença da doença mental e a incapacidade, temporária ou permanente, para o trabalho, incluindo a correspondente Classificação Internacional de Doenças (CID).

O INSS destaca que transtornos como humor, esquizofrenia e transtorno bipolar podem incapacitar indivíduos em suas atividades laborais. No entanto, a concessão de benefícios está sujeita a critérios específicos. Para aprimorar a saúde mental, é vital ter cautela com expectativas, estabelecendo metas tangíveis e evitando autocobranças excessivas. A auto-observação diária, realizada com generosidade e auto-acolhimento, é essencial para reconhecer esforços, conquistas e adaptar-se a mudanças inesperadas. O planejamento e a avaliação do percurso podem ocorrer em qualquer momento do ano, destacando que a busca pelo bem-estar é contínua.

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