Álcool: quando o consumo excessivo vira um sinal de alerta

Redação Olho na Saúde

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Segundo o Vigitel 2025, do Ministério da Saúde, 20,4% dos adultos consumiram pelo menos seis doses de bebida alcoólica em uma mesma ocasião, padrão considerado consumo excessivo. Em 2006, esse índice era de 15,6%.

O consumo de bebidas alcoólicas é um comportamento cultural e pode ser associado para para aliviar tristeza, estresse ou frustrações. O alívio inicial tende a ser passageiro, enquanto o consumo frequente ou excessivo pode contribuir para alterações de humor, insônia e aumento de sintomas ansiosos e depressivos.

Segundo a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), o álcool é uma substância psicoativa com propriedades que causam dependência, pois debilita o organismo e suas funções – quando utilizado de forma abusiva.

Em adultos, os transtornos por uso excesso de álcool o apontam como fator causal de mais de 200 doenças e lesões, entre elas:

  • distúrbios mentais e comportamentais;
  • doenças não transmissíveis graves, como cirrose hepática, alguns tipos de câncer e doenças cardiovasculares;
  • além das lesões resultantes de violência e a própria relação entre acidentes de trânsito e o álcool.

Os efeitos do excesso de álcool no organismo

Você conhece os sintomas que o corpo manifesta sob efeito do excesso de álcool?

Alguns sinais e sintomas da embriaguez compreendem:

  • desidratação;
  • perda da função cognitiva;
  • perda da função motora;
  • diminuição da capacidade de concentração;
  • -perda da atenção e dos reflexos responsivos.

No entanto, queremos dividir com você, alguns outros efeitos negativos que o excesso de álcool provoca no organismo, que correspondem a:

  • danos ao fígado;
  • aumento da pressão arterial;
  • problemas gastrointestinais, entre outros.

O SUS agora oferece uma ferramenta gratuita para ajudar brasileiros a entenderem seus hábitos com bebidas alcoólicas e identificar possíveis situações de risco.

Disponível no Meu SUS Digital, o Modera Brasil permite responder a um questionário e receber orientações personalizadas sobre consumo de álcool diretamente pelo celular.
A ferramenta foi desenvolvida pela USP em parceria com o Ministério da Saúde e utiliza o AUDIT, questionário criado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para identificar padrões de consumo de risco.

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