A busca de Lito Sousa por um tratamento experimental contra a doença de Creutzfeldt-Jakob (DCJ) ganhou novos capítulos nos últimos dias, com manifestações da família, de empresas nos Estados Unidos e do Ministério da Saúde.
O influenciador enfrenta uma doença rara, de rápida progressão e ainda sem cura.
Diante do avanço do quadro, a família passou a procurar pesquisas que testam possíveis tratamentos e chegou a dois estudos realizados nos Estados Unidos: o ION717, da farmacêutica Ionis Pharmaceuticals, e o PRiSM, conduzido pelo Broad Institute, ligado a Harvard e ao MIT.
Anúncio do diagnóstico
O influenciador revelou nas redes sociais que descobriu ter câncer de próstata e que precisaria passar por uma cirurgia. Ele contou que descobriu a doença após exames de rotina e, na época, disse que o tumor era um adenocarcinoma — classificado por ele como de agressividade intermediária.
Lito contou que havia recebido o diagnóstico há cerca de três meses antes de fazer o anúncio público. Além do câncer na próstata, exames identificaram um tumor benigno no reto.
Durante o relato, o influenciador contou que sempre realizou exames preventivos. Ainda assim, afirmou que a doença não foi detectada antecipadamente.
Além do tratamento, Lito disse que realizaria uma nova biópsia após médicos identificarem uma alteração suspeita no pulmão durante os exames pré-operatórios.
