5 sinais “escondidos” da pressão alta que você precisa ter atenção

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Conhecida como uma doença silenciosa, a hipertensão arterial muitas vezes evolui sem sintomas evidentes. Mas o corpo pode dar pequenos alertas que passam despercebidos no dia a dia. Ignorar esses sinais pode atrasar o diagnóstico e aumentar o risco de complicações como infarto e AVC.

De acordo com o médico cardiologista Dr. Roberto Yano, é importante estar atento a mudanças aparentemente simples.

“Existem alguns sinais que ajudam a identificar alterações na pressão, mas que muitos não dão atenção”, afirma.

5 indícios que podem estar relacionados à pressão alta:
1. Dor de cabeça frequente, especialmente pela manhã

Dores persistentes na região da nuca ao acordar podem estar associadas a picos de pressão. Apesar de nem toda dor de cabeça ser sinal de hipertensão, episódios repetidos merecem investigação.

2. Tontura ou sensação de desequilíbrio
Episódios de tontura sem causa aparente podem estar ligados a alterações na circulação sanguínea. A pressão elevada pode afetar o fluxo de sangue no cérebro, provocando essa sensação.

3. Zumbido no ouvido
O zumbido constante, principalmente quando associado a outros sintomas, pode ser um alerta. Alterações na pressão sanguínea influenciam a circulação em regiões sensíveis, como o ouvido interno.

4. Visão embaçada ou pontos luminosos
“Mudanças na visão podem ocorrer quando a pressão está elevada, afetando pequenos vasos sanguíneos dos olhos. Em casos mais persistentes, é fundamental procurar avaliação médica”, afirma o Dr. Roberto Yano.

5. Cansaço excessivo sem motivo claro
A hipertensão pode sobrecarregar o coração, fazendo com que o organismo trabalhe muito mais para bombear o sangue. Isso pode gerar sensação de fadiga, mesmo sem esforço físico intenso.

Doença silenciosa exige monitoramento

De acordo com o Dr. Roberto Yano, o maior risco da pressão alta é justamente a ausência de sintomas claros.

“Muitas pessoas só descobrem que têm hipertensão após uma complicação. Por isso, medir a pressão regularmente é essencial”, alerta.

“A aferição periódica, principalmente após os 40 anos ou em pessoas com histórico familiar, é uma das principais formas de prevenção. Alimentação equilibrada, prática de atividade física, redução do consumo de sal e controle do estresse também fazem parte das recomendações médicas”, ressalta.

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