Desidratação: nutricionista aponta riscos e como prevenir

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Com a chegada do verão, as altas temperaturas e a maior exposição ao sol elevam não apenas a sensação de cansaço, mas também os riscos de desidratação, um problema silencioso que pode comprometer o bem-estar e a saúde.

Em meio a idas frequentes à praia, atividades ao ar livre e mudanças na rotina, muitas pessoas só percebem a falta de líquidos quando surgem sintomas como tontura, dor de cabeça e mal-estar.

A nutricionista integrativa Verônica Dias, do Instituto Nutrindo Ideais, em Niterói (RJ), alerta que manter o corpo hidratado nos meses mais quentes vai além de beber água ao longo do dia. Segundo ela, é fundamental observar os sinais do organismo e adotar hábitos que favoreçam a reposição adequada de líquidos e nutrientes, especialmente em períodos de calor intenso.

De acordo com a especialista, o cálculo diário de ingestão de água deve considerar, em média, 40 mililitros por quilo de peso corporal. Em dias muito quentes, a recomendação é aumentar esse consumo em 500 mililitros a um litro adicional.

“O corpo perde mais líquidos pelo suor, e essa reposição precisa ser feita de forma consciente para evitar quadros de desidratação”, explica.

Além da água, a nutricionista destaca a importância de incluir na alimentação frutas e vegetais com alto teor hídrico, como melancia, melão, abacaxi, pepino e tomate.

Esses alimentos contribuem não apenas para a hidratação, mas também para o fornecimento de vitaminas e minerais essenciais, ajudando o organismo a enfrentar o calor com mais segurança e disposição.

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