Apneia do sono vai além do ronco e pode trazer sérias complicações

Redação Olho na Saúde

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O ronco e a apneia do sono são condições relacionadas, mas distintas. Conforme informações do portal Unimed, o ronco é caracterizado pelo som provocado pela vibração das estruturas das vias aéreas durante a passagem do ar. Já a apneia do sono é um distúrbio mais grave, marcado por interrupções repetidas da respiração ao longo da noite, que muitas vezes passam despercebidas por quem sofre com o problema.

Ainda segundo a Unimed, o ronco pode ser apenas um fenômeno ocasional, sem maiores impactos à saúde. No entanto, quando se torna frequente, intenso e irregular, pode indicar obstrução das vias aéreas e estar associado à apneia obstrutiva do sono. Embora nem toda pessoa que ronca tenha apneia, o sintoma é considerado um importante sinal de alerta para investigação clínica.

A apneia do sono ocorre quando há bloqueio parcial ou total da passagem de ar, geralmente causado pelo relaxamento excessivo dos músculos da garganta ou por falhas no controle respiratório. Como consequência, há redução na oxigenação do organismo e fragmentação do sono, o que pode provocar cansaço excessivo, irritabilidade, dificuldade de concentração e sonolência durante o dia.

O portal também destaca que a apneia não tratada pode aumentar o risco de doenças como hipertensão, arritmias e problemas cardiovasculares. Diante de sinais como engasgos durante o sono, despertares frequentes e fadiga constante, a orientação é buscar avaliação médica para diagnóstico adequado e início do tratamento, melhorando a qualidade de vida do paciente.

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